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“Ao fim do dia…”

Os carros passam uns atrás dos outros…
O dia já lá vai…
Fecho os olhos e sinto o burburinho dos carros a passar, de quando a quando lá passa um autocarro interrompendo o burburinho e lançando em mim o caos. Falso alarme, não é o “meu” autocarro. Mantenho-me atento, vem atrasado novamente…
Finalmente lá chega. Os seus bancos são de plástico, que desconforto! Mas, pelo menos não cheira mal…
… Na paragem seguinte, uma jovem entra, senta-se e coloca de imediato os seus pés em cima do banco da frente. Limito-me apenas a fazer vista grossa… O civismo há muito que ficou, talvez por ter-mos tudo, ou talvez por nada ter-mos…”

Comentários

  1. Só dizes isso porque queres e também porque ela não devia ter boas pernas, se tivesse não te queixavas. Hee Hee...

    Luís @Setúbal.

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