Olá muito… Qualquer coisa… Seja lá o que for “qualquer coisa”, certo é que não me importa nem um pouco o que possa ser essa “qualquer coisa”. Com toda a frontalidade, até me estou marimbando, pois não estou aqui para apaparicar-vos com falinhas mansas, mesmo sabendo que corro o risco que fiquem apenas por este parágrafo… O que interessa é que tenho que começar esta espécie de crónica e como não arranjava forma de o fazer, entrei assim a roncar… Essa mecânica, meus caros como tem passado ultimamente? Algum “engripamento” após estas mudanças súbitas no tempo? Problemas na cambota? Ou algum apoio do motor partido? E agora que está quebrado algum gelo, vamos lá finalmente ao que interessa. Não querendo deitar por terra toda uma reputação construída ao longo do tempo, e sem querer aqui expor em praça pública de forma descarada e gratuita a minha ignorância no que toca à temática da mecânica automóvel, sinto-me na obrigação de partilhar algumas das minhas angústias, isto sem querer ...
Embora esteja a milhas de distância do colecionador do video, digo-vos desde já que além das minhas inúmeras colecções, sou também detentor de um pequeno espólio de conchas, que afincadamente tenho vindo a recolher desde miúdo. Tenho-as guardadas em duas malas térmicas antigas, como se de um tesouro se tratasse... Um dia, talvez me dedique arduamente à colecção, tal como o autor do vídeo.
ResponderEliminarViva o coleccionismo. Despeço-me com uma saudação de boas colecções para vós!
Martinho Castro
Apesar de nada ter contra o tema nem as conchas, continuo a achar o tema do celecionismo um tanto ou quanto eunuco.
ResponderEliminarSenhor Provedor Américo Baptista
Enuco!!! Senhor Américo Baptista, não há nada mais vigorante que montar uma colecção, juntar, agrupar as peças e contemplá-las, isto de enuco não tem nada, antes pelo contrário. Tratasse em boa verdade de um assunto deveras excitante. Enuco será a meu ver, não fazer nada, não coleccionar nada!
EliminarPasse bem senhor Baptista.
Martinho Castro