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“Humanos…”

E se nós fossemos completamente humanos?
Como seriam então as nossas acções?
Demoraríamos uma eternidade a fazer algo (mesmo que simples).
Teríamos que discutir com todos os órgãos, com todas as células?
A intriga e a desavença dominariam sempre.
Na verdade, seria um sistema puramente democrático, embora na prática fosse um caos. Nada funcionaria e os acordos seriam difíceis de alcançar.
Felizmente por dentro somos máquinas, seres autónomos, um sistema não democrático onde apenas um imperador comanda as suas tropas…”

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